
Começou o US OPEN, o último Grand Slam do ano. E Federer estreou contra o novato Devin Britton, vencendo-o, como era esperado, por 3 x 0 (6-1,6-3 e 7-5). Com essa, alcança a marca de 36 vitórias consecutivas no US OPEN.
A pergunta inevitável é se alguém conseguirá deter Federer, ou se ele levantará, pela sexta vez, o troféu de campeão?
Federer está acima de todos os demais jogadores. Dono de gestos esportivos perfeitos que espelham uma técnica primorosa em todos os golpes, de fundo de quadra ou na rede, seu esforço para jogar é menor que os demais, e a probabilidade de contusões diminuem. Aliado a isso, uma enorme concentração e auto-controle.
E assim ele vai reinando. Está mais velho que boa parte dos concorrentes? Sim, mas, como ninguém, domina os caminhos de um jogo em cinco sets, como pode acontecer em torneios do Grand Slam.
Nos últimos cinco anos (mesmo no ano passado, em que teve rendimento menor e perdeu o posto de n. 1), em todos os torneios do Grand Slam disputados, Federer foi, no mínimo, até a semi-final. Em quase todos foi até a final e, na maioria, deles, venceu. Este ano, foi vice na Austrália, campeão em Roland Garros e em Wimbledon.
É o cara a ser batido. Alguém arrisca algum palpite?
Os torneios do Grand Slam quase sempre revelam surpresas e derrubam precocemente fortes candidatos ao título.
Se isso não acontecer com Federer e ele jogar como fez em Cincinnati, seus concorrentes diretos não conseguirão detê-lo. Nadal ainda não recuperou a forma física, técnica e a confiança. Djokovic e Murray ainda não demonstraram a regularidade necessária para superar Federer em uma final de US OPEN. Roddick vem crescendo muito e encarou bem em Wimbledon. Se conseguir superar o trauma de tantas derrotas contra Federer, verdadeira “freguesia”, poderá ser um obstáculo duríssimo.
Vai ser legal o tênis nessas duas semanas. Tomara que Federer continue seu brilho, mas que venham também outras grandes estrelas.
A pergunta inevitável é se alguém conseguirá deter Federer, ou se ele levantará, pela sexta vez, o troféu de campeão?
Federer está acima de todos os demais jogadores. Dono de gestos esportivos perfeitos que espelham uma técnica primorosa em todos os golpes, de fundo de quadra ou na rede, seu esforço para jogar é menor que os demais, e a probabilidade de contusões diminuem. Aliado a isso, uma enorme concentração e auto-controle.
E assim ele vai reinando. Está mais velho que boa parte dos concorrentes? Sim, mas, como ninguém, domina os caminhos de um jogo em cinco sets, como pode acontecer em torneios do Grand Slam.
Nos últimos cinco anos (mesmo no ano passado, em que teve rendimento menor e perdeu o posto de n. 1), em todos os torneios do Grand Slam disputados, Federer foi, no mínimo, até a semi-final. Em quase todos foi até a final e, na maioria, deles, venceu. Este ano, foi vice na Austrália, campeão em Roland Garros e em Wimbledon.
É o cara a ser batido. Alguém arrisca algum palpite?
Os torneios do Grand Slam quase sempre revelam surpresas e derrubam precocemente fortes candidatos ao título.
Se isso não acontecer com Federer e ele jogar como fez em Cincinnati, seus concorrentes diretos não conseguirão detê-lo. Nadal ainda não recuperou a forma física, técnica e a confiança. Djokovic e Murray ainda não demonstraram a regularidade necessária para superar Federer em uma final de US OPEN. Roddick vem crescendo muito e encarou bem em Wimbledon. Se conseguir superar o trauma de tantas derrotas contra Federer, verdadeira “freguesia”, poderá ser um obstáculo duríssimo.
Vai ser legal o tênis nessas duas semanas. Tomara que Federer continue seu brilho, mas que venham também outras grandes estrelas.
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