Em comentário anterior, já afirmei que os campeonatos estaduais, com exceção do campeonato paulista e, talvez, o do Rio de Janeiro, são, atualmente, no plano financeiro e técnico, prejudiciais aos clubes. Esses prejuízos são maiores no norte e nordeste, pelos motivos que, então, também explicitei.
Entretanto, é fato concreto que o campeonato bahiano está aí, próximo a iniciar, e a imprensa especializada tem se esforçado bastante para valorizá-lo, o que é louvável, pois será preciso com ele conviver nos próximos três meses, sendo importante que os clubes - não só Bahia e Vitória, mas também os demais - consigam nele demonstrar um nível técnico que atraia os torcedores. Afinal, ainda que não tenha a magnitude e importância de anos atrás, os títulos estaduais ainda têm alto significado para a maioria dos torcedores e parte da imprensa esportiva. E, é bom também lembrar, é nele que mais se agita a rivalidade entre Bahia e Vitória.
Penso que o Vitória continua como favorito. É tricampeão, é o time da série A, tem boa estrutura e uma base de time bem razoável, feita em 2009. Foi, até aqui, modesto nas contratações, mas pode surpreender, caso o título fique em risco. A impressão que se tem é que o Vitória está, no momento, poupando-se financeiramente, para ter melhor poder aquisitivo mais próximo do campeonato brasileiro. Creio que lá pelo final de fevereiro, início de março, ou antes, se preciso, o Vitória irá abrir os cofres e mostrar sua capacidade financeira de time de série A, lugar em que, seguramente, pretende permanecer.
O Bahia, por sua vez, está se movimentando. Melhorou muito sua estrutura e parece contratar com mais cuidado, embora com olho também no marketing (vide Edilson). Com as contratações que já fez, se corresponderem as expectativas, e ainda sinalizando para mais duas, pode formar um bom time, que dificulte para o Vitória manter-se como favorito. Embora seja o clube com maior número de conquistas estaduais, no momento o Bahia precisa desse título mais que o rival rubro-negro, uma vez que, há sete anos, não o conquista, fato inédito em sua história. Tem, portanto, uma motivação extra.
Quanto aos demais times, todos do interior, penso que o Conquista e o Fluminense de Feira são os que têm maiores possibilidades de surpreender, tirar pontos de Bahia e Vitória e com eles disputar as fases finais da competição. Vêm com uma base já formada, fizeram boa campanha no ano passado e têm gerado boas expectativas junto a imprensa esportiva.
Num segundo bloco de times interioranos, coloco o Itabuna e o Atlético de Alagoinhas. Talvez o Colo-Colo. Estão se esforçando para contratar e formar times que, ao menos, garanta participação na segunda fase do campeonato.
Os demais, somente por inesperada e positiva surpresa poderão conseguir algo. O Madre de Deus ("sucursal" do Bahia?!) junto com o Ipitanga, Camaçari, Feirense e Bahia de Feira acredito que irão lutar para não disputar o "torneio da morte" (entre os dois últimos colocados de cada grupo, na primeira fase). Não sinalizam que deles se possa esperar muito.
A forma de disputa do campeonato, neste ano, é que pode trazer surpresas, pois a primeira fase é relativamente curta (apenas 12 jogos), o quê não permite grandes tropeços, pois não haverá tempo para recuperação e passagem para a fase seguinte, para a qual só quatro de cada grupo se classificam. E, depois da segunda fase de grupo (com apenas quatro times) , vem a fase final de "mata-mata". Há quem acredite e até aposte que, com esse forma de disputa, a final não será Ba x Vi. Será?!
Entretanto, é fato concreto que o campeonato bahiano está aí, próximo a iniciar, e a imprensa especializada tem se esforçado bastante para valorizá-lo, o que é louvável, pois será preciso com ele conviver nos próximos três meses, sendo importante que os clubes - não só Bahia e Vitória, mas também os demais - consigam nele demonstrar um nível técnico que atraia os torcedores. Afinal, ainda que não tenha a magnitude e importância de anos atrás, os títulos estaduais ainda têm alto significado para a maioria dos torcedores e parte da imprensa esportiva. E, é bom também lembrar, é nele que mais se agita a rivalidade entre Bahia e Vitória.
Penso que o Vitória continua como favorito. É tricampeão, é o time da série A, tem boa estrutura e uma base de time bem razoável, feita em 2009. Foi, até aqui, modesto nas contratações, mas pode surpreender, caso o título fique em risco. A impressão que se tem é que o Vitória está, no momento, poupando-se financeiramente, para ter melhor poder aquisitivo mais próximo do campeonato brasileiro. Creio que lá pelo final de fevereiro, início de março, ou antes, se preciso, o Vitória irá abrir os cofres e mostrar sua capacidade financeira de time de série A, lugar em que, seguramente, pretende permanecer.
O Bahia, por sua vez, está se movimentando. Melhorou muito sua estrutura e parece contratar com mais cuidado, embora com olho também no marketing (vide Edilson). Com as contratações que já fez, se corresponderem as expectativas, e ainda sinalizando para mais duas, pode formar um bom time, que dificulte para o Vitória manter-se como favorito. Embora seja o clube com maior número de conquistas estaduais, no momento o Bahia precisa desse título mais que o rival rubro-negro, uma vez que, há sete anos, não o conquista, fato inédito em sua história. Tem, portanto, uma motivação extra.
Quanto aos demais times, todos do interior, penso que o Conquista e o Fluminense de Feira são os que têm maiores possibilidades de surpreender, tirar pontos de Bahia e Vitória e com eles disputar as fases finais da competição. Vêm com uma base já formada, fizeram boa campanha no ano passado e têm gerado boas expectativas junto a imprensa esportiva.
Num segundo bloco de times interioranos, coloco o Itabuna e o Atlético de Alagoinhas. Talvez o Colo-Colo. Estão se esforçando para contratar e formar times que, ao menos, garanta participação na segunda fase do campeonato.
Os demais, somente por inesperada e positiva surpresa poderão conseguir algo. O Madre de Deus ("sucursal" do Bahia?!) junto com o Ipitanga, Camaçari, Feirense e Bahia de Feira acredito que irão lutar para não disputar o "torneio da morte" (entre os dois últimos colocados de cada grupo, na primeira fase). Não sinalizam que deles se possa esperar muito.
A forma de disputa do campeonato, neste ano, é que pode trazer surpresas, pois a primeira fase é relativamente curta (apenas 12 jogos), o quê não permite grandes tropeços, pois não haverá tempo para recuperação e passagem para a fase seguinte, para a qual só quatro de cada grupo se classificam. E, depois da segunda fase de grupo (com apenas quatro times) , vem a fase final de "mata-mata". Há quem acredite e até aposte que, com esse forma de disputa, a final não será Ba x Vi. Será?!
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