Assisti ontem, na TV, Corinthians x Santos. Jogo movimentado, apitado por um dos árbitros tidos como emergentes (não lembro o nome). Ele, é verdade, não cometeu erros que interferissem no resultado do jogo, mas percebia-se – e assim criticava o comentarista da Globo – vísivel nervosismo e inexperiência. Em determinado momento, quase perde o controle do jogo, dada a pressão que os jogadores fizeram a ele, questionando acintosamente as marcações.
Pensei logo no fato que está se tornando costumeiro em cada rodada do campeonato brasileiro, seja da série A, seja da série B: a arbitragem de má qualidade, com erros graves que influenciam no resultado das partidas.
De logo, quero ressaltar que entendo a falibilidade humana e a dificuldade que o árbitro tem de decidir em segundos. Os comentaristas, ao inverso, vêem e revêem os lances e, confortavelmente, decretam o acerto ou erro do árbitro.
Mas, é inegável que os árbitros brasileiros têm errado demais.
Não sou adepto também a recorrer-se a recursos eletrônicos sofisticados para que a decisão do árbitro aconteça. O encanto do futebol está justamente na imprevisibilidade: no lance genial e imprevisível do craque, no “frango” inesperado do goleiro, no chute improvável e certeiro no último minuto, nas tentativas incertas dos jogadores e até... no erro do árbitro. A imprevisibilidade é que garante a emoção de um jogo de futebol.
Isso, porém, não autoriza os erros cada vez mais frequentes dos árbitros brasileiros, pois, das imprevisibilidades do futebol, essa é a que menos se quer, pode-se até dizer, a que é difícil tolerar.
Algo a que ser feito, portanto, para a melhoria das arbitragens no Brasil: treinamentos mais rigorosos, punições e, ao meu ver e principalmente, a definição de critérios uniformes de arbitrar um jogo.
Quando assisto, pela TV, os jogos do campeonato inglês, percebo nitidamente um estilo único de apitar, critérios bem definidos e seguidos por todos os juízes ingleses. O contato corporal, por exemplo, a disputa com o uso do corpo, é plenamente tolerada. A falta só é marcada se o jogador usa o corpo com o intuito deliberado de derrubar o outro e assim levar vantagem no lance. Não sendo assim, o jogo segue. Por isso, os jogadores não se atiram no chão a cada encostada do marcador, não desistem da jogada para tentar uma simulação.
De outro lado, da parte dos jogadores e técnicos, reclamação moderada e sem tocar no juiz. Recentemente, vi o técnico do Arsenal ser expulso por uma reclamação grosseira que fez, para os padrões britânicos: chutou o ar ou um copinho d’água no chão.
No Brasil, falta um padrão de arbitragem: um juiz opta por apitar como falta qualquer disputa corporal, qualquer encostada do marcador e, por isso, o oponente marcado já se atira imediatamente no chão. Aí o próprio árbitro se complica, pois, se marca qualquer encontrão, dentro da área também terá que fazê-lo e assinalar o penalti, Mas, não o faz, pois, em face da gravidade da penalidade dentro da área, ele ali, em regra, é mais flexível. E se contradiz.
Já outros árbitros, tentam deixar o jogo fluir, sem tomar como falta algumas disputas corporais, mas, tidos como permissivo pelos jogadores, acabam perdendo o controle do jogo e, para não ficarem desmoralizados perante aqueles, optam por voltar a marcar, como falta, qualquer encontrão.
O que quero acentuar aqui é que, hoje em dia, qualquer um que vá assistir a um jogo de futebol no Brasil, vai com uma interrogação e receio: como será a arbitragem? Qual o critério e estilo que aquele determinado árbitro usará? Qual sua postura quanto a disciplina?
Volto a dizer: erros acontecem e até em Copas do Mundo já vimos erros grosseiros que decidiram jogos e, até mesmo, o título. Mas, isso deve ser a exceção. Não a regra, como tem acontecido no Brasil, a cada rodada.
Os senhores responsáveis pelas arbitragens – CBF e Federações Estaduais – precisam, imediatamente, ter essa melhoria de qualidade como uma prioridade, como uma meta a ser perseguida e alcançada a curto prazo, para que não resulte em questionamentos sobre a lisura dos campeonatos.
Pensei logo no fato que está se tornando costumeiro em cada rodada do campeonato brasileiro, seja da série A, seja da série B: a arbitragem de má qualidade, com erros graves que influenciam no resultado das partidas.
De logo, quero ressaltar que entendo a falibilidade humana e a dificuldade que o árbitro tem de decidir em segundos. Os comentaristas, ao inverso, vêem e revêem os lances e, confortavelmente, decretam o acerto ou erro do árbitro.
Mas, é inegável que os árbitros brasileiros têm errado demais.
Não sou adepto também a recorrer-se a recursos eletrônicos sofisticados para que a decisão do árbitro aconteça. O encanto do futebol está justamente na imprevisibilidade: no lance genial e imprevisível do craque, no “frango” inesperado do goleiro, no chute improvável e certeiro no último minuto, nas tentativas incertas dos jogadores e até... no erro do árbitro. A imprevisibilidade é que garante a emoção de um jogo de futebol.
Isso, porém, não autoriza os erros cada vez mais frequentes dos árbitros brasileiros, pois, das imprevisibilidades do futebol, essa é a que menos se quer, pode-se até dizer, a que é difícil tolerar.
Algo a que ser feito, portanto, para a melhoria das arbitragens no Brasil: treinamentos mais rigorosos, punições e, ao meu ver e principalmente, a definição de critérios uniformes de arbitrar um jogo.
Quando assisto, pela TV, os jogos do campeonato inglês, percebo nitidamente um estilo único de apitar, critérios bem definidos e seguidos por todos os juízes ingleses. O contato corporal, por exemplo, a disputa com o uso do corpo, é plenamente tolerada. A falta só é marcada se o jogador usa o corpo com o intuito deliberado de derrubar o outro e assim levar vantagem no lance. Não sendo assim, o jogo segue. Por isso, os jogadores não se atiram no chão a cada encostada do marcador, não desistem da jogada para tentar uma simulação.
De outro lado, da parte dos jogadores e técnicos, reclamação moderada e sem tocar no juiz. Recentemente, vi o técnico do Arsenal ser expulso por uma reclamação grosseira que fez, para os padrões britânicos: chutou o ar ou um copinho d’água no chão.
No Brasil, falta um padrão de arbitragem: um juiz opta por apitar como falta qualquer disputa corporal, qualquer encostada do marcador e, por isso, o oponente marcado já se atira imediatamente no chão. Aí o próprio árbitro se complica, pois, se marca qualquer encontrão, dentro da área também terá que fazê-lo e assinalar o penalti, Mas, não o faz, pois, em face da gravidade da penalidade dentro da área, ele ali, em regra, é mais flexível. E se contradiz.
Já outros árbitros, tentam deixar o jogo fluir, sem tomar como falta algumas disputas corporais, mas, tidos como permissivo pelos jogadores, acabam perdendo o controle do jogo e, para não ficarem desmoralizados perante aqueles, optam por voltar a marcar, como falta, qualquer encontrão.
O que quero acentuar aqui é que, hoje em dia, qualquer um que vá assistir a um jogo de futebol no Brasil, vai com uma interrogação e receio: como será a arbitragem? Qual o critério e estilo que aquele determinado árbitro usará? Qual sua postura quanto a disciplina?
Volto a dizer: erros acontecem e até em Copas do Mundo já vimos erros grosseiros que decidiram jogos e, até mesmo, o título. Mas, isso deve ser a exceção. Não a regra, como tem acontecido no Brasil, a cada rodada.
Os senhores responsáveis pelas arbitragens – CBF e Federações Estaduais – precisam, imediatamente, ter essa melhoria de qualidade como uma prioridade, como uma meta a ser perseguida e alcançada a curto prazo, para que não resulte em questionamentos sobre a lisura dos campeonatos.
Isso, sem falar do árbitro baiano que até o último jogo que apitou era considerado uma das revelações do quadro de árbitros do Brasil. Mas, bastaram alguns erros e já foi pra "geladeira" e muito criticado. Vai entender essa arbitragem brasileira!!
ResponderExcluirConcordo plenamente, e os times baianos sao os que mais tem sido prejudicado... o que aquele arbitro fez com o Bahia contra o Guarani foi lamentavel, e para piorar as coisas ainda conseguiu punir Leandro por 3 jogos com o que relatou na sumula... Acho que a falta de puniçao e tambem a de criterio tem colaborado para ma fase do quadro de arbitros do Brasil.
ResponderExcluirPS: Parabens pelo Blog meu tio. abraçao