O que dizer de um time que perde para o Duque de Caxias, time que mal consegue levar, em média, 300 torcedores por jogo para seu estádio, que veio para Salvador jogar todo atrás, pensando apenas no empate e que, jogando com um jogador a menos, consegue fazer dois gols no Bahia, em contra-ataques que ele ofereceu de forma ingênua e atrapalhada?
No momento, ante a perplexidade do que se viu ontem à noite em Pituaçu, realmente não há muito a comentar. Apenas dizer que o time do Bahia esteve (assim como na maior parte dos últimos jogos) perdido em campo, desorganizado, afoito, um time sem alma, sem vibração.
A conseqüência de seis jogos sem vencer é óbvia: chegou a zona do rebaixamento, quando o pânico se instala, os cálculos começam a prevalecer sobre as táticas e técnicas, etc., etc. Com esse futebol, que a todos deixa indignado, em face do que se projetou no início e meados do ano, e até em alguns jogos da série B em Pituaçu (contra o Vasco, Atlético Goianense, São Caetano, ABC), estão abertos os caminhos para o retorno a série C. Se voltar para lá, o futuro do Bahia é muito incerto, funesto talvez. Com a palavra, os senhores dirigentes do Bahia, que tanto prometeram e até asseguraram e que, agora, antes que o desastre aconteça, têm a obrigação de não se omitir.
No momento, ante a perplexidade do que se viu ontem à noite em Pituaçu, realmente não há muito a comentar. Apenas dizer que o time do Bahia esteve (assim como na maior parte dos últimos jogos) perdido em campo, desorganizado, afoito, um time sem alma, sem vibração.
A conseqüência de seis jogos sem vencer é óbvia: chegou a zona do rebaixamento, quando o pânico se instala, os cálculos começam a prevalecer sobre as táticas e técnicas, etc., etc. Com esse futebol, que a todos deixa indignado, em face do que se projetou no início e meados do ano, e até em alguns jogos da série B em Pituaçu (contra o Vasco, Atlético Goianense, São Caetano, ABC), estão abertos os caminhos para o retorno a série C. Se voltar para lá, o futuro do Bahia é muito incerto, funesto talvez. Com a palavra, os senhores dirigentes do Bahia, que tanto prometeram e até asseguraram e que, agora, antes que o desastre aconteça, têm a obrigação de não se omitir.
Nenhum comentário:
Postar um comentário