Um sábado de muito esporte!
O primeiro a entrar em campo foi o Bahia. E fracassou. Começou com um bom posicionamento em campo, mas com pouca criação no ataque e falhava na marcação pelos lados, especialmente o esquerdo. Por ali, o Ceará marcou duas vezes no primeiro tempo. No segundo tempo, o tricolor melhorou, empolgou-se com o gol de Nadson logo no início e chegou a ter chance de empate. Mas o Ceará se segurou bem, embora sem levar os mesmos lances de perigo ao gol do Bahia que no primeiro tempo. No final, Ceará 2 x 1, mantendo o quarto lugar na classificação, com aproveitamento de mais de 60%.
Projetado o aproveitamento do Ceará para o final do campeonato, seriam precisos 69 pontos para garantir o acesso, o que seria um recorde e praticamente anularia as chances do Bahia. É preciso torcer por uma queda dos times que estão na frente, mas, seguramente, este ano exigirá maior número de pontos para o acesso do que todos os anos anteriores em que o campeonato da série B passou a ser disputado por pontos corridos.
De quebra, para o próximo jogo, o Bahia perdeu Jael, expulso, com justiça, ao cometer uma falta desnecessária e violenta. Fará falta contra a Portugesa, em Pituaçu, quando o Bahia não pode sequer pensar em empate.
Logo depois, jogou o Vitória. E muito bem. Segurou o Grêmio, foi-se impondo, e o esperto Neto Berola aproveitou bem a falha da defesa gaúcha: 1 x 0. No início do segundo tempo, o Vitória jogou em grande velocidade e teve duas chances de matar o jogo. Mas, a trave não deixou. Depois, recuou demais, especialmente após a expulsão de Magal, o que permitiu uma pressão intensa do Grêmio, que resultou no empate, já passando dos 40 minutos. E, minutos depois, o Grêmio ainda teve outra chance aguda. Final, 1 x 1.
Analisando o curso do jogo, o resultado do Vitória poderia ser melhor, mas, considerando a eficiência do Grêmio em seu estádio, o empate foi um bom resultado. E a visível melhora no futebol jogado pelo rubro-negro dá ao grupo mais confiança para enfrentar Palmeiras e Internacional, jogos que, mesmo no Barradão, serão durissimos, já que esses times disputam, corpo a corpo, a liderança do Brasileirão.
Depois, foi a vez da seleção brasileira. Um dos jogos mais fáceis que já jogou contra a Argentina, um time sem entrosamento, sem jogadas pelos lados do campo, sem seu tradicional toque de bola, tentando apenas sobreviver a custa de um lance genial de Messi, Véron ou Aguero. Contra um adversário assim, bastou ao Brasil marcar bem e ficar atento para as falhas das fraca defesa argentina. Dessa maneira chegou fácil aos 2 x 0. No segundo tempo, quando a Argentina apertou mais e Dátolo diminuiu em um belo gol de fora da área, o Brasil mostrou um pouco de seu talento, num lançamento perfeito de Kaká para Luis Fabiano, que, com a maestria que sempre demonstra nas conclusões, tirou a bola do alcance do goleiro: Brasil 3 x 1, classificado para a Copa. Só a lamentar que venha fazer o jogo na Bahia já com o espírito de amistoso e sem quatro titulares suspensos.
Antes de todos esses jogos, foi bonito ver Federer contra Hewitt no US Open. Hewitt jogando muito, fazendo tudo que sabe para, ao final, perder de Federer, como sempre. Já Federer, jogou apenas razoávelmente, com altos e baixos, para, no final, ganhar de Hewitt, como sempre. É que o razoável de Federer, em regra, basta para ele vencer a maioria dos jogadores atuais. Com essa vitória, mesmo que não vença o US Open, Federer garante continuar como n. 1 do ranking. E, como eu já havia antecipado, também nesse torneio de Grand Slam pintou uma surpresa: Roddick, um dos meus favoritos ao título, foi a vítima, eliminado precocemente, após uma longa batalha contra o pouco conhecido John Isner.
O primeiro a entrar em campo foi o Bahia. E fracassou. Começou com um bom posicionamento em campo, mas com pouca criação no ataque e falhava na marcação pelos lados, especialmente o esquerdo. Por ali, o Ceará marcou duas vezes no primeiro tempo. No segundo tempo, o tricolor melhorou, empolgou-se com o gol de Nadson logo no início e chegou a ter chance de empate. Mas o Ceará se segurou bem, embora sem levar os mesmos lances de perigo ao gol do Bahia que no primeiro tempo. No final, Ceará 2 x 1, mantendo o quarto lugar na classificação, com aproveitamento de mais de 60%.
Projetado o aproveitamento do Ceará para o final do campeonato, seriam precisos 69 pontos para garantir o acesso, o que seria um recorde e praticamente anularia as chances do Bahia. É preciso torcer por uma queda dos times que estão na frente, mas, seguramente, este ano exigirá maior número de pontos para o acesso do que todos os anos anteriores em que o campeonato da série B passou a ser disputado por pontos corridos.
De quebra, para o próximo jogo, o Bahia perdeu Jael, expulso, com justiça, ao cometer uma falta desnecessária e violenta. Fará falta contra a Portugesa, em Pituaçu, quando o Bahia não pode sequer pensar em empate.
Logo depois, jogou o Vitória. E muito bem. Segurou o Grêmio, foi-se impondo, e o esperto Neto Berola aproveitou bem a falha da defesa gaúcha: 1 x 0. No início do segundo tempo, o Vitória jogou em grande velocidade e teve duas chances de matar o jogo. Mas, a trave não deixou. Depois, recuou demais, especialmente após a expulsão de Magal, o que permitiu uma pressão intensa do Grêmio, que resultou no empate, já passando dos 40 minutos. E, minutos depois, o Grêmio ainda teve outra chance aguda. Final, 1 x 1.
Analisando o curso do jogo, o resultado do Vitória poderia ser melhor, mas, considerando a eficiência do Grêmio em seu estádio, o empate foi um bom resultado. E a visível melhora no futebol jogado pelo rubro-negro dá ao grupo mais confiança para enfrentar Palmeiras e Internacional, jogos que, mesmo no Barradão, serão durissimos, já que esses times disputam, corpo a corpo, a liderança do Brasileirão.
Depois, foi a vez da seleção brasileira. Um dos jogos mais fáceis que já jogou contra a Argentina, um time sem entrosamento, sem jogadas pelos lados do campo, sem seu tradicional toque de bola, tentando apenas sobreviver a custa de um lance genial de Messi, Véron ou Aguero. Contra um adversário assim, bastou ao Brasil marcar bem e ficar atento para as falhas das fraca defesa argentina. Dessa maneira chegou fácil aos 2 x 0. No segundo tempo, quando a Argentina apertou mais e Dátolo diminuiu em um belo gol de fora da área, o Brasil mostrou um pouco de seu talento, num lançamento perfeito de Kaká para Luis Fabiano, que, com a maestria que sempre demonstra nas conclusões, tirou a bola do alcance do goleiro: Brasil 3 x 1, classificado para a Copa. Só a lamentar que venha fazer o jogo na Bahia já com o espírito de amistoso e sem quatro titulares suspensos.
Antes de todos esses jogos, foi bonito ver Federer contra Hewitt no US Open. Hewitt jogando muito, fazendo tudo que sabe para, ao final, perder de Federer, como sempre. Já Federer, jogou apenas razoávelmente, com altos e baixos, para, no final, ganhar de Hewitt, como sempre. É que o razoável de Federer, em regra, basta para ele vencer a maioria dos jogadores atuais. Com essa vitória, mesmo que não vença o US Open, Federer garante continuar como n. 1 do ranking. E, como eu já havia antecipado, também nesse torneio de Grand Slam pintou uma surpresa: Roddick, um dos meus favoritos ao título, foi a vítima, eliminado precocemente, após uma longa batalha contra o pouco conhecido John Isner.
O Bahia teve uma boa postura diante do Ceará no sábado, mas na frente falta jogas rápidas com a bola no chão. Está dependendo muito das bolas paradas de Helton Luiz, que ontem fez uma partida ruim, para chegar aos gols.
ResponderExcluirAtualizando sobre o US Open, Federer já está nas quartas! Despachou Robrero em 3sets - 7x5,6x2, 6x2, em 1 hora e 48 minutos. Ele é incrível!
O melhor foi a cara de Maradona (não o da Petrobras)!!! Bjs
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