O Bahia perdeu mais uma. Dessa vez em Florianópolis, para o Figueirense, por 2 x 0. A rigor, essa derrota era esperada: Bahia em crise, Figueirense em ascensão, perseguindo o G4 e jogando em casa, não poderia ser outro o resultado. O Bahia até mostrou alguma evolução na sua postura em campo, mas continuou pouco criativo. Leandro e Bruno Silva foram expulsos de novo, o que mostra ansiedade e nervosismo, mesmo considerando a arbitragem confusa.
Só resta ao Bahia vencer as cinco partidas em casa para evitar o rebaixamento. Também, se não conseguir vencer, em casa, América-RN, Fortaleza, Campinense e Vila Nova merece mesmo a série C.
O Vitória, por sua vez, foi enfrentar, como favorito, um apreensivo Santo André, lutando contra o rebaixamento. Um gol antes de completar o primeiro minuto atordoou o rubro negro, que só começou a se encontrar no jogo a partir dos vinte minutos. Algumas jogadas criadas e perdidas, de ambos os lados, se não desperdiçadas poderiam resultar em placar diverso para qualquer dos dois lados. Mas, ficou mesmo no 1 x 0 para o Santo André. Pelo futebol que vinha jogando, esperava-se um Vitória mais consistente. Vacilou. Agora é encarar o Flamengo, no Barradão.
Melhor do que falar em derrotas é mesmo celebrar a escolha do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016. Essa escolha confirma as notícias que chegam do exterior e se lê nos periódicos internacionais: há, pela estabilidade econômica e política, pelas potencialidades energéticas, pelas possibilidades concretas de desenvolvimento, pelo carisma do Presidente Lula, uma forte expectativa em torno do Brasil. O Brasil, pode-se dizer, está na moda. Eventos como a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016 darão ao país uma visibilidade jamais tida. É hora de aproveitar a chance, planejar e fazer tudo com precisão, sem sobressaltos. Há tempo e talento para tanto.
É também uma oportunidade ímpar para os clubes brasileiros se reorganizarem, crescerem, melhorarem sua imagem perante a mídia internacional e captarem mais recursos. Pensem nisso, senhores dirigentes do Vitória e do Bahia.
Só resta ao Bahia vencer as cinco partidas em casa para evitar o rebaixamento. Também, se não conseguir vencer, em casa, América-RN, Fortaleza, Campinense e Vila Nova merece mesmo a série C.
O Vitória, por sua vez, foi enfrentar, como favorito, um apreensivo Santo André, lutando contra o rebaixamento. Um gol antes de completar o primeiro minuto atordoou o rubro negro, que só começou a se encontrar no jogo a partir dos vinte minutos. Algumas jogadas criadas e perdidas, de ambos os lados, se não desperdiçadas poderiam resultar em placar diverso para qualquer dos dois lados. Mas, ficou mesmo no 1 x 0 para o Santo André. Pelo futebol que vinha jogando, esperava-se um Vitória mais consistente. Vacilou. Agora é encarar o Flamengo, no Barradão.
Melhor do que falar em derrotas é mesmo celebrar a escolha do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016. Essa escolha confirma as notícias que chegam do exterior e se lê nos periódicos internacionais: há, pela estabilidade econômica e política, pelas potencialidades energéticas, pelas possibilidades concretas de desenvolvimento, pelo carisma do Presidente Lula, uma forte expectativa em torno do Brasil. O Brasil, pode-se dizer, está na moda. Eventos como a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016 darão ao país uma visibilidade jamais tida. É hora de aproveitar a chance, planejar e fazer tudo com precisão, sem sobressaltos. Há tempo e talento para tanto.
É também uma oportunidade ímpar para os clubes brasileiros se reorganizarem, crescerem, melhorarem sua imagem perante a mídia internacional e captarem mais recursos. Pensem nisso, senhores dirigentes do Vitória e do Bahia.
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